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Quinta-feira, 8 de Abril de 2004

Teci durante a noite a teia astuciosa

Para ti Formiguinha, laboriosa e desconcertante... Não mexas mais no html, ok? Tenta lá recuperar aquela imagem de abertura que estava muito gira. Até lá, fica com um poema do Miguel Torga. Espero que gostes.


Teci durante a noite a teia astuciosa


Dum poema.


Armei o laço ao sol que há-de nascer.


Rede frágil de versos,


É nela que o meu sono se futura


Eterno e natural,


Embalado na própria sepultura,


Vens ou não vens agora, astro real,


Doirar os fios desta baba impura?


(Miguel Torga)

Malu às 23:17
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1 comentário:
De Anónimo a 10 de Abril de 2004 às 19:36
Obrigada!!!
Adoro Miguel Torga e gostei bastante deste poema!
Tens de vir cá mais vezes!!Malu
</a>
(mailto:noquinhas79@mail.pt)

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